Gamepólitan de volta ao jogo! O festival acontecerá em Salvador, de 31 de julho a 2 de agosto, no Parque de Exposições. Em um bate-papo com nossa equipe, Ricardo Silva, idealizador do evento, detalha as novidades para desenvolvedores, a 1ª Mostra Baiana de Jogos Digitais, arenas de esportes eletrônicos e as rodadas de negócios promovidas pelo Sebrae.
O Gamepólitan está de volta ao jogo! Depois de uma espera de seis anos, o maior festival de cultura lúdica e digital da Bahia volta ao calendário oficial de entretenimento, tecnologia e inovação.
Em sua edição de retorno, o evento ocupa o Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, apresentando uma infraestrutura reformulada para atender desde a comunidade de desenvolvedores até os entusiastas de esportes eletrônicos, robótica e cultura maker.
Para detalhar o que os apaixonados pelo universo dos games e da tecnologia encontrarão no evento, conversamos com Ricardo Silva, idealizador do Gamepólitan, que adiantou as principais novidades da programação deste ano.

1. O Gamepólitan sempre foi uma referência, e o público que acompanha o mercado estava ansioso por esse retorno. Que tipo de conteúdo e experiências interativas o festival preparou para esta edição?
Ricardo Silva: Preparamos um evento mapeado por nichos e com foco em inovação. Para começar, teremos a 1ª Mostra Baiana de Jogos Digitais, reunindo 15 estúdios locais que farão a exposição de títulos inéditos. Além disso, teremos estandes de estúdios independentes realizando lançamentos exclusivos no festival. É a oportunidade perfeita para quem deseja conhecer novas mecânicas e narrativas que carregam a nossa identidade cultural.
No campo das tecnologias imersivas, montamos uma Arena de Realidade Virtual (VR) em equipe inédita no evento, que simula uma experiência de paintball misturando elementos virtuais e físicos. Para entusiastas do "faça você mesmo", teremos oficinas de Pixel Art com Hama Beads, onde os participantes poderão fabricar seus próprios brindes.
Também teremos uma arena dedicada a Speedruns, com jogadores profissionais realizando performances ao vivo na corrida contra o relógio para zerar jogos no menor tempo possível, além do tradicional palco de dança digital com o Just Dance, o espaço GP-Kids e atrações voltadas para todas as idades.
2. Para o ecossistema de desenvolvimento de jogos e profissionais que atuam ou querem atuar na indústria, qual será o diferencial do evento?
Ricardo Silva: Para desenvolvedores de jogos ou para aqueles que querem criar os seus próprios jogos, estamos com dois palcos, o Palco Petrobras GP-EXPO e o Palco GP-DEV. Vamos realizar palestras e painéis cobrindo os principais pilares do mercado, como o uso de games na educação, a estruturação da indústria e estratégias para inserção profissional. Tratemos mais de 100 convidados para palestrar no evento, sendo, especialmente, 80% deles nomes da Bahia
Um dos pilares dessa grade será o debate sobre acessibilidade no desenvolvimento de jogos e a representatividade de pessoas com deficiência (PCDs), tanto do ponto de vista do jogador, quanto do lado dos game designers e desenvolvedores, mostrando como criar jogos inclusivos desde a concepção do projeto.

3. O cenário de esportes eletrônicos cresceu exponencialmente nos últimos seis anos. Como o Gamepólitan integrará as modalidades competitivas nesta edição?
Ricardo Silva: O público competitivo terá campeonatos acontecendo durante o evento. Teremos torneios de Futebol Digital, Fighting Games, Free Fire e a grande final dos nossos torneios de League of Legends (LoL) e Valorant.
As fases classificatórias do LoL e Valorant foram realizadas online e, durante o evento, os quatro melhores competidores/times de cada jogo disputarão os títulos presenciais no palco do festival.
4. Além da vertente digital, o Gamepólitan também costuma abrir espaço para o mercado de jogos de tabuleiro, arte e economia criativa. O que teremos nesses setores?
Ricardo Silva: Para a comunidade que aprecia jogos materiais, teremos uma área com 28 mesas dedicadas aos jogos de tabuleiro e narrativos e também protótipos baianos desenvolvidos por criadores locais. Na parte de economia criativa e colecionáveis, contaremos com uma Feira Geek reunindo 14 empresas especializadas em produtos do segmento, e a nossa Alameda Criativa, com mais de 30 artistas independentes expondo e comercializando ilustrações e artes autorais.
5. Por fim, como o evento pretende conectar profissionais e gerar oportunidades de mercado para o setor de tecnologia e inovação?
Ricardo Silva: Para quem busca networking e negócios, estruturamos o Espaço de Rodadas de Negócios, assinado pelo Sebrae. Será um ambiente corporativo com inscrições para ações de matchmaking entre desenvolvedores, estúdios e empresários que oferecem serviços para a indústria de games. É uma oportunidade excelente para estabelecer contatos, validar propostas e gerar novos contratos dentro do ecossistema de inovação da Bahia.

Gamepólitan de volta ao jogo: Aviso de Classificação Indicativa
O festival informa que os torneios de 2XKO, Free Fire, Valorant, League of Legends e EA Sports FC 26 são classificados NR18 pelo ClassInd/MJSP. Isso significa que só pode competir quem tiver 18 anos completos até o dia do evento, com documento de identidade com foto na hora do credenciamento. Menores de 18 podem circular pelo evento normalmente, mas o acesso às áreas de competição desses jogos será restrito ou supervisionado.
Gamepólitan de volta ao jogo - Serviço:

O quê: Gamepólitan 2026
Quando: De 31 de julho a 2 de agosto de 2026
Onde: Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador (BA).
Informações e ingressos: gamepolitan.com.br
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O Gamepólitan é apresentado pelo Ministério da Cultura, Petrobras e Estado da Bahia. Apoio Institucional da Unifacs. Energético Oficial Monster e patrocínio do SEBRAE. O projeto também tem o patrocínio da Fanta e do Estado da Bahia, em conformidade com a Lei nº 7.015, de 09 de dezembro de 1996. É uma realização da 42 Cultural e do Ministério da Cultura, Brasil.








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