A Arena GP-CUP foi a área oficial de disputas do festival e reuniu competidores que sonham em viver dos jogos e fãs das disputas, especialmente League of Legends e Valorant.
Se existe algo que mexe com corações e mentes dos fãs de jogos são as disputas que eles trazem consigo. E tudo isso pôde ser testemunhado na Arena GP-CUP do Gamepólitan, que reuniu competidores, equipes e fãs que acompanharam atentos, tudo o que aconteceu durante os três dias de festival.
A área foi dividida em quatro grandes espaços: Palco Monster GP-CUP, centro das grandes disputas competitivas do festival, Arena Fusion, local dos jogos de luta do evento, Arena Mobile, espaço dedicado aos jogadores que dominam o cenário competitivo dos games mobile e a Arena de Futebol Digital, espaço reservado para aqueles que vivem a paixão pelo esporte dentro e fora dos gramados.

Os campeonatos envolveram disputas de Free Fire, EA Sports FC 26, 2XKO, Street Fighter 6, além dos queridinhos do público, League of Legends e Valorant. Para Heraldo Portugal, da equipe NK, que disputou o torneio de Valorant, o mercado de disputas é fechado e oferece poucas oportunidades na Bahia. E essa realidade faz com que o Gamepólitan tenha papel fundamental para quebrar essa estrutura.

“É um esporte que vem crescendo no mundo, mas em Salvador ele ainda não é tão bem visto. Eu já esperava que o evento fosse legal, interessante, pois conhecia muitas das pessoas que estão à frente dele. A escolha do local foi ótima, permite um acesso legal para todos, a estrutura foi bem montada, então foi muito legal para a gente”.
Para Ronival Ribeiro, que também participou das disputas de Valorant, a oportunidade de participar do Gamepólitan tem um valor pessoal muito especial. "Competir, de certa forma, é minha vida. Sempre que a gente tem mais oportunidades, mais campeonatos aqui em Salvador, na nossa região, eu sempre vou achar ótimo e estar presente. Tudo foi muito interessante".
Mas, para além disso, eventos como esse mexem com todo o ecossistema de jogos de Salvador e, porque não, da Região Nordeste. Gera emprego, entretenimento, renda, negócios, mas tem um caráter subjetivo que ele considera ainda mais importante, alimenta sonhos.

“A gente vai deixando algo para as novas gerações. É importante que a gente chegue aqui, faça nossa graça, faça barulho, que as crianças cheguem e vejam aqui, aquilo que eu via quando era criança e participei do Gamepólitan. Nem imaginava que teria a oportunidade de chegar a uma final, de vencer e hoje tenho a chance de estar aqui competindo, então, de certa forma, esse movimento é lindo, faz brilhar os olhos e mostra que o futuro, especialmente para quem quer viver do mundo dos jogos, é cada vez mais real".
Essa concretização é fundamental, inclusive para pessoas como ele, que não disputava uma competição há dois anos e decidiu migrar para o mercado formal, sendo CLT, mas longe de estar feliz com essa realidade. “Essa oportunidade no Gamepólitan significa muito. Para mim, que vejo na competição a minha vida, isso representa tudo".
E quando a gente encontra pessoas como Gabriel Alves, um apaixonado por games que tatuou o seu amor pelos jogos na pele, entende rapidamente que, muito além do entretenimento, esse universo tem um significado singular para cada um que visitou o Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador no último final de semana.

"Eu sou apaixonado por games, tatuei isso na pele, mas nunca tinha visto ao vivo, só online. Então, eu venho pelo evento como um todo, pois ele trata de cultura digital e tem tudo a ver comigo, por isso eu acho importantíssimo um festival como o Gamepólitan, pois sem ele, temos poucas opções na cidade. Tudo o que puder existir para preencher a vida cultural é importante. Isso alimenta o sonho de um adolescente que chega aqui”.
E a boa notícia é que a ideia é continuar alimentando sonhos pelos próximos anos. E quem quiser embarcar nessa viagem conosco, vale lembrar que a edição de 2027 já está confirmada. Fique de olho em nossas redes sociais e não perca nenhum detalhe!








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